Para clínicas de fisioterapia, pilates, odontologia e estética que dependem de agenda ocupada para faturar — e hoje contam só com indicação.
Uma sala parada às 14h de quarta-feira é prejuízo que não se recupera. Diferente de produto em estoque, que espera o próximo cliente, hora vaga em clínica simplesmente evapora — o aluguel, o salário da recepção e o equipamento continuam custando igual.
A maioria das clínicas que atendemos chegou no mesmo ponto: a indicação boca a boca funcionava bem, até parar de crescer. Ela traz paciente bom, mas num volume que você não controla. Num mês vêm seis, no outro vem um, e não há nada que você possa fazer para acelerar.
Enquanto isso, quem sente dor no joelho abre o Google e digita fisioterapeuta perto de mim. Naquele momento existe uma pessoa pronta para agendar, a poucos quilômetros da sua clínica, e ela vai marcar com quem aparecer primeiro e responder mais rápido. Se você não está ali, essa consulta foi para o concorrente da esquina — e você nem soube que ela existiu.
Campanhas no Google focadas em quem digita o nome do tratamento ou da especialidade agora. Não é anúncio para quem talvez um dia precise: é para quem já está com o problema e buscando onde resolver.
Ninguém atravessa São Paulo para fazer pilates. Ajustamos o raio de exibição para a região que a sua clínica realmente atende, o que corta desperdício de verba com clique de quem nunca viria.
Do anúncio ao WhatsApp da recepção em dois toques. Quanto mais etapas entre o interesse e o contato, mais gente desiste no meio — especialmente quem está com dor e quer resolver hoje.
Medimos quantos contatos a campanha gerou e, junto com a sua recepção, quantos viraram atendimento de fato. Sem isso, você está pagando por clique sem saber se ele virou paciente.
Campanha de Google Ads focada em fisioterapia, com segmentação por região. O retorno abaixo foi relatado pela própria clínica em um mês específico de campanha.
Resultado individual de um cliente, em um período específico. Não é garantia de resultado para outras clínicas — cada região, especialidade e verba tem um cenário diferente.
Mensagem enviada pela clínica no primeiro mês de campanha.
Sem proposta de vinte páginas. Você entende o processo inteiro antes de decidir.
Vinte minutos para entender quais especialidades têm horário sobrando e qual região a clínica atende de fato.
Definimos quais tratamentos entram na campanha primeiro, com base em margem e em capacidade de atendimento.
Anúncios ativos e contato caindo direto no WhatsApp da recepção, com acompanhamento semanal.
Comparamos contato gerado com consulta marcada e realocamos verba para o que está enchendo horário.
Se além da campanha a sua clínica precisa de uma página para receber esse visitante, veja como funciona a criação de sites. Se você já anuncia e quer alguém para assumir a conta, a página de gestão de tráfego pago explica esse formato. E se quiser saber com quem vai falar antes de agendar, conheça a Froggi.
O valor depende de quantas especialidades a clínica quer divulgar, de quantos bairros ou cidades a campanha precisa cobrir e de quais canais entram na estratégia — só Google, só Instagram ou os dois. Uma clínica que divulga apenas fisioterapia num raio de cinco quilômetros tem uma estrutura muito mais simples do que uma que quer preencher agenda de quatro especialidades diferentes. No diagnóstico gratuito de 20 minutos entendemos esse cenário e apresentamos uma proposta com valor fechado, antes de qualquer compromisso. Sem contrato de fidelidade.
Campanha de busca no Google costuma trazer os primeiros contatos na primeira semana, porque você aparece exatamente quando a pessoa já está procurando atendimento. O que leva mais tempo é o ajuste fino: separar quem quer agendar de quem só está pesquisando preço, e descobrir quais especialidades respondem melhor na sua região. Esse ajuste acontece ao longo do primeiro e do segundo mês.
Ajuda bastante, mas não é obrigatório para começar. Dá para rodar campanha levando direto para o WhatsApp da clínica. O ponto é que sem uma página para onde mandar o visitante, você perde quem prefere entender melhor o tratamento antes de falar com alguém — e paga mais caro por clique, porque o Google avalia a qualidade da página de destino. Se for o seu caso, a gente discute isso no diagnóstico.
Sim, e isso muda bastante como a campanha é escrita. Os conselhos profissionais — CFM, CFO, COFFITO, entre outros — restringem promessa de resultado, uso de foto de antes e depois com finalidade promocional e anúncio que estimule o autodiagnóstico. Trabalhamos dentro dessas regras, o que na prática significa anúncio focado em acesso ao atendimento e em informação, não em promessa de cura. Vale sempre confirmar as normas atualizadas do conselho da sua especialidade.
Não. Você continua porque a agenda está enchendo, não porque assinou papel de doze meses. Isso muda a forma como trabalhamos: se o resultado não aparece, o problema é nosso resolver.
Vinte minutos, sem compromisso. A gente entende o cenário e fala com sinceridade se e como podemos ajudar.